Realização é quando alcançamos o necessário. Depois disso podemos usar qualquer outra definição, principalmente ganância e futilidade.
sexta-feira, 27 de novembro de 2015
terça-feira, 24 de novembro de 2015
Minhas preocupações e meus objetivos são maiores que minha vaidade, pois eles não se irão com a idade. Tenho planos para depois da vida. Desculpe-me, pois a ti não houve espaço dentro de mim suficiente pra esquecer que há um amanhã depois que tu fores com o tempo. O eterno é hoje. A vaidade é só até amanhã.
segunda-feira, 23 de novembro de 2015
Hoje corro menos, quero andar mais devagar, pois quando se cai pode machucar. Não entendo da poesia, nem da prosa. Não sei suas regras, mas escrevo quase todos os dias por pura euforia. Mas não quero saber dos dizeres nem os porquês. Não importa. Afinal, um poeta não segue regras, um poeta segue mesmo é o coração.
Falo aqui dentro de mim milhões de versos, que nem dá tempo de escrever. Quando pego a caneta, já vieram outros mil.
Não preciso de ninguém pra ler, só espero que um dia esse eco, ecoe em vales grandes, onde possa ser apreciado, ou quem sabe até ignorado.
Solidão é para aqueles que são inimigo das palavras, dos saberes, dos vôos da mente.
O que me enche não é algo que vem de mim. Bebo de aguas profundas, limpas e puras. Dela sacio o vazio que resta aos homens pela falta do pensar.
Quanto mais bebo mais quero. Nao vicia, satisfaz. E o que satisfaz é desejado novamente.
Daqui eu me despeço, com esses poucos versos, esperando que essa euforia, não seja pura melancolia.
Mais de Ti
Cansei de tanto esforço inútil, tanta energia desperdiçada, de tanto eu, de tanto meu, de tanto... Menos, bem menos. É tudo que precisamos.
Mas antes que eu fosse Alguém já era. Ele era e eu não seria. Carrego um fardo tão leve, tirei das minhas costas o "eu" que me fazia ajoelhar. Cada dia que tiro um pouco mais de mim, mais Ele fica... Mais fácil se torna andar. O peso da Cruz não esta nEle, o peso da cruz é o nosso próprio peso.
Enquanto nós não carregarmos Cristo na cruz mas sim nós, jamais conseguiremos caminhar. Me despi de mim mesmo, estou nu, e com vergonha como aquele do inicio. Quero me vestir das vestes que Tu fizeste pra mim, vi minha nudez e não posso mais me apresentar assim para Ti. Faço-me servo e devolvo a Ti a consciência que usurpei achando que esta era minha. Aquilo que fui eu já não sou, porque na verdade eu não era. Na verdade o que eu sou? Eu nem sou, Tu és!