Tô deixando de ter razão, tô querendo menos, tô dizendo menos, tô fazendo um pouco mais, to vivendo com menos... Menos de mim. Voando mais baixo, num voo mais tranquilo, aprendendo por aqui mesmo, o caminho dos ventos.
Quem bate muito as asas pra subir não tem forças pra ficar no alto. Abrir as asas no momento certo e bater apenas quando necessário não pode ser feito no improviso, tem que ter sabedoria. Quando enfim entendemos que pra chegar no alto depende mais de jeito do que de esforço fica mais fácil.
Cansei de tanto esforço inútil, tanta energia desperdiçada, de tanto eu, de tanto meu, de tanto... Menos, bem menos. É tudo que precisamos.
Cansei de tanto esforço inútil, tanta energia desperdiçada, de tanto eu, de tanto meu, de tanto... Menos, bem menos. É tudo que precisamos.
Estou me abandonando, com minhas mazelas. Quero que fique só um, um que me salve de mim mesmo. Eu não posso me salvar de mim, da minha petulância, da minha arrogância, da minha loucura. Que razão há neste mundo se não viver integralmente a verdade? Já não somos iludidos suficientemente pelos poderosos? Para quê nós mesmos nos fadigarmos com ilusões acerca do que somos? Chega! Não quero mais "eu". Quero mais dEle. Tô cansado dos meus planos finitos, que mostram minha incapacidade. Tenho odiado a tolice, tenho repudiado a negligência, tenho devolvido o que eu achava que tinha.
Mas antes que eu fosse Alguém já era. Ele era e eu não seria. Carrego um fardo tão leve, tirei das minhas costas o "eu" que me fazia ajoelhar. Cada dia que tiro um pouco mais de mim, mais Ele fica... Mais fácil se torna andar. O peso da Cruz não esta nEle, o peso da cruz é o nosso próprio peso.
Enquanto nós não carregarmos Cristo na cruz mas sim nós, jamais conseguiremos caminhar. Me despi de mim mesmo, estou nu, e com vergonha como aquele do inicio. Quero me vestir das vestes que Tu fizeste pra mim, vi minha nudez e não posso mais me apresentar assim para Ti. Faço-me servo e devolvo a Ti a consciência que usurpei achando que esta era minha. Aquilo que fui eu já não sou, porque na verdade eu não era. Na verdade o que eu sou? Eu nem sou, Tu és!
Mas antes que eu fosse Alguém já era. Ele era e eu não seria. Carrego um fardo tão leve, tirei das minhas costas o "eu" que me fazia ajoelhar. Cada dia que tiro um pouco mais de mim, mais Ele fica... Mais fácil se torna andar. O peso da Cruz não esta nEle, o peso da cruz é o nosso próprio peso.
Enquanto nós não carregarmos Cristo na cruz mas sim nós, jamais conseguiremos caminhar. Me despi de mim mesmo, estou nu, e com vergonha como aquele do inicio. Quero me vestir das vestes que Tu fizeste pra mim, vi minha nudez e não posso mais me apresentar assim para Ti. Faço-me servo e devolvo a Ti a consciência que usurpei achando que esta era minha. Aquilo que fui eu já não sou, porque na verdade eu não era. Na verdade o que eu sou? Eu nem sou, Tu és!
2 comentários:
Entendeu direitinho!
meditando de dia e de noite!
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